Os artistas Márcio Coelho e Ana Favaretto levam o espetáculo infantil Curuminzada à esplanada do Theatro Pedro II, neste domingo (5), a partir das 10h. A apresentação é um dos destaques culturais direcionados às crianças, no último dia da 11ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto.
O cancionista Márcio Coelho é doutor em Linguística pela FFLCH-USP-SP. Curuminzada é seu quarto disco, o segundo infantil. O show, que estreou em Montevidéu, no Uruguai, em outubro de 2005, durante o 7º Encontro da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha, prima pela qualidade musical e respeito à capacidade de entendimento da criança.
Com letras inteligentes aplicadas a vários gêneros musicais, como samba, xote, baião, reaggae, rock e blues, o espetáculo é interativo, divertido e faz uso de bonecos e adereços criados pela cantora e artista plástica Ana Favaretto, que também assina o cenário.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Deva Mille leva o show Percutindo e Ouvivendo à 11ª Feira do Livro, sábado (4), a partir das 20h
Das atrações musicais da 11ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, certamente a que melhor representa o município é o show Percutindo e Ouvivendo, do percussionista Deva Mille. A representatividade está no fato de que, fora do palco, o músico realiza um dos projetos sociais mais importantes da cidade, o Toque de Lata.
O espetáculo, que sintetiza as experiências musicais de vida do artista, será neste sábado (4), a partir das 20h, no palco principal da Feira. Deva será acompanhado pelas filhas, Andréa, Deniz Mariana e Ariane Yara. O time ganha reforço do multi instrumentista Armando Bugalho, para sintetizar as obras que estão no CD Percutindo e Ouvivendo.
Deva Mille coordena o Toque de Lata desde 1996, após amadurecer o projeto Pé de Moleque, iniciativa que atendeu cerca de 80 adolescentes da periferia de Ribeirão, através de oficinas de musicalização e sensibilização artística. Hoje, centenas de jovens matriculados nos Núcleos de Assistência à Criança e ao Adolescente são beneficiados.
Crianças e jovens em situação social de risco aprendem valores fundamentais da vida através da música. Os instrumentos utilizados são confeccionados a partir de sucata pelos próprios participantes.
Para o músico e professor universitário Nando Araújo, não há dúvida: "Este show é de fato fundamental, um dos poucos, para um evento que se propõe educacional e levar novos pensamentos e comportamentos à população. Parabéns Deva e Família". Nando participou da gravação do CD Percutindo e Ouvivendo, como violonista e guitarrista, ao lado de pelo menos 30 artistas, entre instrumentistas e cantores.
O espetáculo, que sintetiza as experiências musicais de vida do artista, será neste sábado (4), a partir das 20h, no palco principal da Feira. Deva será acompanhado pelas filhas, Andréa, Deniz Mariana e Ariane Yara. O time ganha reforço do multi instrumentista Armando Bugalho, para sintetizar as obras que estão no CD Percutindo e Ouvivendo.
Deva Mille coordena o Toque de Lata desde 1996, após amadurecer o projeto Pé de Moleque, iniciativa que atendeu cerca de 80 adolescentes da periferia de Ribeirão, através de oficinas de musicalização e sensibilização artística. Hoje, centenas de jovens matriculados nos Núcleos de Assistência à Criança e ao Adolescente são beneficiados.
Crianças e jovens em situação social de risco aprendem valores fundamentais da vida através da música. Os instrumentos utilizados são confeccionados a partir de sucata pelos próprios participantes.
Fotos: Ale Carolo
Como diz o professor André Bordoni: "Deva é um desses raros seres humanos que, dotado de um talento ímpar, conseguiu aliar a isso uma preocupação social extraordinária e uma espiritualidade autêntica, vivendo uma existência de desprendimento, doação ao próximo e extrema competência profissional, o que lhe garante, sem sombra de dúvida, papel de destaque na história da cultura e do humanismo em Ribeirão Preto".Para o músico e professor universitário Nando Araújo, não há dúvida: "Este show é de fato fundamental, um dos poucos, para um evento que se propõe educacional e levar novos pensamentos e comportamentos à população. Parabéns Deva e Família". Nando participou da gravação do CD Percutindo e Ouvivendo, como violonista e guitarrista, ao lado de pelo menos 30 artistas, entre instrumentistas e cantores.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Luciano Duarte homenageia Tom e Vinicius, hoje (2), às 18h30, na Arena da 11ª Feira do Livro
O guitarrista Luciano Duarte presta homeagem a Tom Jobim e Vinicius de Moraes, hoje (2), das 18h30 às 19h30, na Arena Cultural da 11ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. A apresentação gratuita, que integra a programação do projeto Palavra Cantada, será comentada por Ademir Aquino e Carlos Eduardo Monteiro.
Luciano Duarte nasceu em Cravinhos, em 1975. É bacharel em Música Popular pela Unicamp. Também toca violão, viola caipira (10 cordas), baixo elétrico e canta. Trabalhou com música na Europa por três anos, principalmente em Portugal e Açores, além de Itália e Espanha.
As principais influências de Luciano são o jazz e os ritmos da música brasileira. Ele já gravou como músico de estúdio em vários CDs e, paralelamente à sua carreira, atua como professor de música.
Luciano Duarte nasceu em Cravinhos, em 1975. É bacharel em Música Popular pela Unicamp. Também toca violão, viola caipira (10 cordas), baixo elétrico e canta. Trabalhou com música na Europa por três anos, principalmente em Portugal e Açores, além de Itália e Espanha.
As principais influências de Luciano são o jazz e os ritmos da música brasileira. Ele já gravou como músico de estúdio em vários CDs e, paralelamente à sua carreira, atua como professor de música.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Trompetista Leandro Joaquim é convidado do Jazz na Coisa, sexta-feira (03), às 22h
Enfim as agendas do Pó de Café Quarteto e do trompetista Leandro Joaquim se cruzaram. O encontro acontece na sexta-feira (03), às 22h, no projeto Jazz na Coisa, realizado no espaço cultural A Coisa, que fica na rua Amador Bueno 1300, em Ribeirão Preto, SP. A entrada custa R$ 10. A casa não aceita cartões de crédito.
Leandro Joaquim vive no Rio Janeiro, onde integra as bandas Sobrado 112 e Paraphernalia, além de participar de outros projetos. Seu currículo é extenso e começou a ser traçado ainda na sua cidade natal, Ribeirão Preto.
Leandro fez história na cena local com a irreverente banda Dr. Ostrócio. O trompetista saltou dos palcos caseiros para acompanhar grandes nomes como Marcos Valle, Cidade Negra, Hermeto Pascoal, Elba Ramalho, entre outros.
Pela primeira vez, o músico participa do projeto Jazz na Coisa. Junto do Pó de Café Quarteto - formado por Bruno Barbosa (baixo), Leandro Cunha (piano), Duda Lazarini (bateria) e Marcelo Toledo (sax), Leandro Joaquim vai explorar um repertório repleto de temas criados e executados por grandes trompetistas do jazz, como Dizzy Gillespie e Freddie Hubbard. Música brasileira também não vai faltar.
A noite ainda conta com a discotecagem do DJ Rodrigo Kcond, que comanda as picapes com grooves do jazz, blues, soul e funk. E o Jazz na Coisa terá mais uma vez a colaboração do artista plástico e cartunista Renato Andrade, que é o responsável pela criação do cartaz da 31ª edição do projeto. Mais informações pelo telefone (16) 9205-6356.
Leandro Joaquim vive no Rio Janeiro, onde integra as bandas Sobrado 112 e Paraphernalia, além de participar de outros projetos. Seu currículo é extenso e começou a ser traçado ainda na sua cidade natal, Ribeirão Preto.
Leandro fez história na cena local com a irreverente banda Dr. Ostrócio. O trompetista saltou dos palcos caseiros para acompanhar grandes nomes como Marcos Valle, Cidade Negra, Hermeto Pascoal, Elba Ramalho, entre outros.
Pela primeira vez, o músico participa do projeto Jazz na Coisa. Junto do Pó de Café Quarteto - formado por Bruno Barbosa (baixo), Leandro Cunha (piano), Duda Lazarini (bateria) e Marcelo Toledo (sax), Leandro Joaquim vai explorar um repertório repleto de temas criados e executados por grandes trompetistas do jazz, como Dizzy Gillespie e Freddie Hubbard. Música brasileira também não vai faltar.
A noite ainda conta com a discotecagem do DJ Rodrigo Kcond, que comanda as picapes com grooves do jazz, blues, soul e funk. E o Jazz na Coisa terá mais uma vez a colaboração do artista plástico e cartunista Renato Andrade, que é o responsável pela criação do cartaz da 31ª edição do projeto. Mais informações pelo telefone (16) 9205-6356.
sábado, 28 de maio de 2011
Zé da Conceição... músico espera por socorro
por Bueno, cantor e compositor
Está internado no Hospital da Beneficência Portuguesa, já há três semanas, um dos maiores músicos brasileiros: Zé da Conceição. Segundo informação que me chega, talvez nunca mais volte a empunhar seu violão companheiro, ao qual escolheu para que exercesse a profissão de músico, profissão em que chegou a se aposentar, muito embora seja mísera sua aposentadoria.
Se Zé da Conceição vivesse num país em que a cultura fosse mais valorizada, e a profissão de músico fosse vista não como hobby, por certo ele não estaria na situação em que se encontra. Pra você que está lendo este meu texto e não conhece o personagem, vou falar dele um pouco.
Zé da Conceição tocou com Elis Regina, Elza Soares, Jair Rodrigues, Jamelão, Cauby Peixoto e outros grandes nomes da MPB, nomes de uma época em que para se cantar o requisito básico era ter voz não o que vemos hoje. Zé, cansado de viajar pelo Brasil acompanhando essas feras todas, decidiu parar e fixar residência na nossa Ribeirão Preto. E assim, com sua arte, seguiu enchendo os olhos de quem gosta de boa música.
Alem de tocar na noite, dava aulas de violão, sendo responsável pela formação de grandes músicos como Julio César, que hoje toca no Sambô, e Dany do Cavaco. Zé também foi professor de violão em São Paulo de Rolando Boldrin e sua esposa.
Zé da Conceição, hoje com 69 anos, está em uma cama de hospital, já não anda, seu braço esquerdo não obedece a seus movimentos, acho até que é o que mais o deixa adoentado. A música é pra ele uma espécie de alimento, durante treze anos tocou no Chorinho do Museu do Café com seu Grupo Roxinóis, sempre aos domingos. A noite paga cachês insignificantes para um músico do seu quilate.
A vida parece voar depois que a gente passa dos 50, a idade aperta e com ela vem pequenas doenças, contas em farmácias, daí vem o endividamento. Com ele foi assim, sua aposentadoria, que é pequena, mas que não deixa de ser um alento, é consumida pelas armadilhas em que ele caiu nesse tal de empréstimo consignado.
Quando deu por conta, nada sobrava no fim do mês, e não bastasse isso, quando as dores em suas costas apertaram, seu médico disse que ele teria que fazer exames de ressonância e outros mais e isso tinha alto custo. Lá foi o Zé que, no desespero para conseguir o vil metal, enroscou-se com um agiota. Zé é do tipo fechado, pouco se sabe de sua vida, quase não sorri, quem sabe se tivesse falado mais com pessoas próximas o desfecho não seria outro.
O que mais deixa preocupados Roberto Marani e Luizinho, seus amigos músicos que tocam com ele no museu, é o fato de não saberem o que Zé deu como garantia. Também ficaram sabendo de sua dívida de meses com o condomínio do pequeno prédio em que mora, alem de luz e água.
Alguns músicos estão se movimentando para ajudar Zé e sua esposa, que pouco pode fazer. Ela está com 70 anos. A Secretaria Municipal da Cultura está reservando uma data na segunda quinzena de julho, no Teatro de Arena, com toda a renda para Zé da Conceição. Sei que vai ser uma medida apenas paliativa, mas será uma grande ajuda. Estou contatando vários artistas de fora, espero que confirmem presença para poder marcar data.
Meu parceiro e amigo Doni Max já deu um grito: “Tô dentro!”. Doni, além de músico, compositor e cantor, também possui a Perfeisom, uma empresa que loca som para grandes eventos. O violeiro Sandro Dhiacanga confirmou participação, tenho certeza de que todos os músicos vão se doar, nessa hora são solidários.
Mas o hoje se faz necessário, e se você que está lendo este texto se sensibilizou, ajude, Zé da Conceição que com suas mãos, seu violão e sua música fez sorrir muitos corações quem sabe você faça o dele sorrir.
Está internado no Hospital da Beneficência Portuguesa, já há três semanas, um dos maiores músicos brasileiros: Zé da Conceição. Segundo informação que me chega, talvez nunca mais volte a empunhar seu violão companheiro, ao qual escolheu para que exercesse a profissão de músico, profissão em que chegou a se aposentar, muito embora seja mísera sua aposentadoria.
Se Zé da Conceição vivesse num país em que a cultura fosse mais valorizada, e a profissão de músico fosse vista não como hobby, por certo ele não estaria na situação em que se encontra. Pra você que está lendo este meu texto e não conhece o personagem, vou falar dele um pouco.
Zé da Conceição tocou com Elis Regina, Elza Soares, Jair Rodrigues, Jamelão, Cauby Peixoto e outros grandes nomes da MPB, nomes de uma época em que para se cantar o requisito básico era ter voz não o que vemos hoje. Zé, cansado de viajar pelo Brasil acompanhando essas feras todas, decidiu parar e fixar residência na nossa Ribeirão Preto. E assim, com sua arte, seguiu enchendo os olhos de quem gosta de boa música.
Alem de tocar na noite, dava aulas de violão, sendo responsável pela formação de grandes músicos como Julio César, que hoje toca no Sambô, e Dany do Cavaco. Zé também foi professor de violão em São Paulo de Rolando Boldrin e sua esposa.
Zé da Conceição, hoje com 69 anos, está em uma cama de hospital, já não anda, seu braço esquerdo não obedece a seus movimentos, acho até que é o que mais o deixa adoentado. A música é pra ele uma espécie de alimento, durante treze anos tocou no Chorinho do Museu do Café com seu Grupo Roxinóis, sempre aos domingos. A noite paga cachês insignificantes para um músico do seu quilate.
A vida parece voar depois que a gente passa dos 50, a idade aperta e com ela vem pequenas doenças, contas em farmácias, daí vem o endividamento. Com ele foi assim, sua aposentadoria, que é pequena, mas que não deixa de ser um alento, é consumida pelas armadilhas em que ele caiu nesse tal de empréstimo consignado.
Quando deu por conta, nada sobrava no fim do mês, e não bastasse isso, quando as dores em suas costas apertaram, seu médico disse que ele teria que fazer exames de ressonância e outros mais e isso tinha alto custo. Lá foi o Zé que, no desespero para conseguir o vil metal, enroscou-se com um agiota. Zé é do tipo fechado, pouco se sabe de sua vida, quase não sorri, quem sabe se tivesse falado mais com pessoas próximas o desfecho não seria outro.
O que mais deixa preocupados Roberto Marani e Luizinho, seus amigos músicos que tocam com ele no museu, é o fato de não saberem o que Zé deu como garantia. Também ficaram sabendo de sua dívida de meses com o condomínio do pequeno prédio em que mora, alem de luz e água.
Alguns músicos estão se movimentando para ajudar Zé e sua esposa, que pouco pode fazer. Ela está com 70 anos. A Secretaria Municipal da Cultura está reservando uma data na segunda quinzena de julho, no Teatro de Arena, com toda a renda para Zé da Conceição. Sei que vai ser uma medida apenas paliativa, mas será uma grande ajuda. Estou contatando vários artistas de fora, espero que confirmem presença para poder marcar data.
Meu parceiro e amigo Doni Max já deu um grito: “Tô dentro!”. Doni, além de músico, compositor e cantor, também possui a Perfeisom, uma empresa que loca som para grandes eventos. O violeiro Sandro Dhiacanga confirmou participação, tenho certeza de que todos os músicos vão se doar, nessa hora são solidários.
Mas o hoje se faz necessário, e se você que está lendo este texto se sensibilizou, ajude, Zé da Conceição que com suas mãos, seu violão e sua música fez sorrir muitos corações quem sabe você faça o dele sorrir.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Poeta Nicolas Guto lança Um guia de como se perder, terça (24), às 19h30, no Bar Paddock
O escritor Nicolas Guto lança nesta terça-feira (24), a partir das 19h30, em Ribeirão Preto, SP, o livro "Um guia de como se perder". A noite de autógrafos será no Bar Paddock, que fica na rua Marcondes Salgado, 629 - Centro.
"Um guia de como se perder" é o segundo livro de poesias do autor, que lançou em 2008 o título "Dê uma chance para a poesia". Naquele ano, Nicolas foi o segundo escritor que mais vendeu no estande dos Autores Locais na 8ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto.
"Um guia de como se perder" é o segundo livro de poesias do autor, que lançou em 2008 o título "Dê uma chance para a poesia". Naquele ano, Nicolas foi o segundo escritor que mais vendeu no estande dos Autores Locais na 8ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
BLOG EM REFORMULAÇÃO
O Blog RIBEIRÃO PRETO MUSICAL está sendo repensado. Voltará em breve com outro formato. Aos que acompanham o conteúdo desta página, criada em março de 2010, muito obrigado.
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